Ana

 

Ana foi um encontro casual e muito louco. Em um fim de tarde de domingo, recebi uma ligação de um grande amigo, que chamarei de J, convidando-me para conhecer um novo pub, que havia aberto nos jardins em São Paulo. Lá pelas oito horas ele passou para me buscar em casa e lá fomos nós para conhecer tal lugar. Mas que decepção. Não havia absolutamente ninguém. Só nos dois e o dono do lugar, um inglês muito divertido, com quem ficamos conversando por um bom tempo enquanto jogávamos dardos. Decididos a ir embora, fomos até a porta de saída e sei lá por que razão ficamos ali parados por algum tempo conversando e observando o movimento das pessoas que passavam. Nisso, passaram duas moças e brincalhão como sempre, J. convidou-as a entrar. Elas se entreolharam, sorriram e seguiram adiante. J. insistiu e elas finalmente pararam e começamos a conversar. Entre conversas, decidimos ir para um lugar mais animado perto da casa de J. Para facilitar as coisas, fomos primeiros até minha casa buscar meu carro, assim eu poderia voltar a hora que quisesse. Ana foi comigo e J. saiu com a outra moça. Ficamos de nos encontrar em determinado local.

Mas no caminho, a conversa com Ana, tomou rumos inesperados e antes de meia hora, estávamos indo em direção a um motel. Ana era do tipo gordinha sexy, morena e de cabelos curtos. No caminho ela me disse que era muito impulsiva, que era noiva e que era a primeira vez que ela saia assim com um desconhecido tão rápido, logo no primeiro encontro. No motel, tomamos um banho e enrolados em uma toalha, começamos uma sessão de beijos e carícias e em pouco tempo estávamos fazendo um delicioso 69. Ela parou e pediu para que eu não gozasse em sua boca e para mudar de posição. Assim fizemos e procurei sua vagina com meu pênis. Nesse instante ela me disse que não tomava pílula e, portanto que seria melhor não gozar lá dentro.

– “Você não prefere botar atrás?” Perguntou ela.

Quando eu disse que tudo bem, ela dobrou suas pernas, levando os joelhos até próximo do peito de forma que sua bundinha ficou elevada e pude assim introduzir meu pênis. Ela me olhava de frente e entre pequenos gemidos ela me incentivava:

– “Põe mais, Põe mais.”

Em pouco eu estava profundamente dentro de Ana e ela estava bastante agitada. Ela que estava segurando suas pernas com as mãos, deixou as mãos livres e as levou até a vagina e começou a se masturbar com rapidez e força. Os seus gemidos se transformaram em gritos e seu corpo tremia com a aproximação do orgasmo. Finalmente, em um espasmo ela relaxou o corpo e emitiu um longo aiii…Uns instantes depois, foi minha vez de deixar meu gozo dentro daquela bundinha gordinha.

Deitei ao lado de Ana e ficamos conversando. Fiquei sabendo que ela tinha transado a primeira vez aos quatorze anos, que ela adorava sexo e que ela se masturbava quase que diariamente. Para conter todo aquele fogo, sua família de origem espanhola, tinha arrumado um casamento. Bem coisa de espanhóis. Só que ela não gostava do rapaz. Mas para ela não havia alternativa se não aceitar aquela situação. Fiquei sabendo que iria se casar em três semanas e que a lua de mel iria ser no Rio de Janeiro. Enquanto conversávamos, ela se masturbava e quando seu orgasmo se aproximava ela fechava os olhos, se colocava em posição quase fetal, gemia e finalmente gozava relaxando o corpo. Assisti àquele espetáculo umas três ou quatro vezes. Ela me contou que estava evitando ter relações até o casamento porque o noivo não sabia que ela já não era virgem.

– “Assim eu fico mais apertadinha e talvez ele não perceba.”

Não sei se ela realmente acreditava naquilo, mas não pude conter meu riso diante daquele comentário. Ela me pediu então:-

– “Põe de novo no meu rabo.”

E repetimos a posição anterior, com ela deitada de costas na cama com as pernas flexionadas, eu de frente, com meu pênis em seu ânus e ela se masturbando mais uma vez. Não sei exatamente quantas vezes ela teve orgasmos se masturbando. Mas foram muitas.

Eu estava cansado, já era tarde e na manhã seguinte eu tinha um compromisso muito cedo. Pedi para irmos embora, eu a levaria até sua casa. Ela concordou me disse que eu tinha sido carinhoso e que ela queria me ver de novo.

Apesar de estar com o casamento marcado para dali a alguns dias, Ana acabou saindo comigo outras vezes naquela semana e na outra. Nossas transas eram quase sempre da mesma maneira. Ela me pedia para penetrá-la analmente enquanto ela se masturbava. Às vezes fazíamos sexo oral mutuamente, mas o que ela realmente gostava era de se masturbar. Na noite anterior ao seu casamento ela me ligou pedindo para que nós nos encontrássemos na manhã seguinte. E foi assim, que no dia do seu casamento, saímos as oito horas de uma manhã de sábado e fomos para um motel e transamos como de costume. Como sempre enquanto ela me oferecia o rabinho e com as mãos se masturbava varias vezes.

– “Preciso ficar tranqüila”, dizia ela.

E bem tranqüila ela estava ao se despedir de mim. Eu a deixei na porta de um salão de beleza nos jardins. Eram cerca de 2 da tarde. Ela me pediu então, que fosse ao seu casamento. Eu disse que não me sentiria bem, mas ela insistiu e acabei concordando.

Fui à Igreja e às oito horas da noite, assisti ao casamento e entrei na fila de cumprimentos.

Enquanto esperava minha vez, não pude deixar de pensar no quanto era insólita aquela situação. Eu, naquele casamento, tinha comido e enrabado a noiva poucas horas antes. Se alguém tivesse me contado ter passado por um caso assim eu não acreditaria. Apertei a mão do marido de Ana desejando-lhes felicidades, mas não pude evitar um sorriso malicioso. Dentro de mim, não podia conter os risos pela situação daquele momento. Ao beijar Ana no rosto ela me sussurrou ao ouvido:

– “Te ligo assim que eu voltar. Quero continuar dando pra você!”

Não fui à festa e depois daquela noite, nunca mais vi Ana, apesar dos vários recados e convites que ela deixou na minha secretária eletrônica.

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6 Responses to Ana

  1. MARIA CÉSAR says:

    Essa mulher era doidinha de pedra, pois não??? rsrsr
    Acho q ela era mesmo viciada nesse "negócio"………. não sou viciada mas de vez em qdo não deixa de ser bom. Quer vê? rsrs
    Passa lá nos meus "segredos" novamente!
    bjs "da madrugada"

  2. Sara says:

     É..a própria historia dela justifica " alguma coisa" rsrs. E quanto ao dar o rabo pra ficar apertadinha..era próprio de uma época. E o mais absurdo da história é que ela foi real!!! Tens uma vida rica em aventuras, Maximus! Boa!
     
    Beijo

  3. Poeta Maximus says:

    Marrie;
     
    Realmente a Ana era doidinha… e sem dúvida viciada nesse "negócio"  (rs)
    Mas é melhor ser viacada nisso do que em outras coisas.
     
    Alias o vicio por sexo esta se tornando coisa comun e até o Micahel Douglas já passou por uma clinica para tartar desse vício.
     
    Mas bem dosada esta fixaçào é ótima… (rs)
     
    Beijos
     

  4. Poeta Maximus says:

    Sam;
     
    Minha vida tem sido fantastica e o blog esta me dando a oportunidade de contar um pouco do que vi e vivi. Protegido pelo meu avatar, posso contar minha história. Nào preciso mentir nem inventar. Posso falar o que realmente aconteceu sem me preocupar com julgamentos de amigos ou consequencias para minha vida profissional.
     
    Essa liberdade é muito boa. E é melhor ainda saber que estou compartilhando estas emoções com quem me lê. E tem mais aventuras aindas para serem contadas. 
     
    Beijos liberados…. (rs).
     

  5. MARIA CÉSAR says:

    Então……… é q não me referi ao sexo em si qdo comentei q a menina era viciada…… acho q ela era viciada não no sexo mas em se masturbar! rs Mas, cada louco com sua mania não é mesmo? rs
    bjs insanos
     

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