Branca Transparência

 

Lembro-me da neve da montanha

E do assobio agudo do vento

O quarto frio sem aconchego

A noite solitária em minha cama

 

Lembro-me da página deixada em branco

sem versos que marcassem suas linhas.

A janela, a parede, tua figura enternecida,

aflorava na memória no ritmo de um tango

 

Lembro-me da noite, dos lençóis desarrumados

Marcas de uma noite de excessos e orgias

Aromas e perfumes de tua doce suavidade

 

Lembro-me como foram bons aqueles fatos

Teu corpo envolvido em claras transparências

E eu a percorrer extasiado, toda tua intimidade.

 

 

Poeta Maximus

 

 

 

Blog do dia: Silêncio da Alma,  de Marta Ribeiro

 

Um blog novo, mas lindo como terra prometida. Fica a esperança que será muito belo. Vale a pena acompanhar. 

 

 

 

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4 Responses to Branca Transparência

  1. MARIA CÉSAR says:

    Bela poesia……………
    Pena q vc não coloque com tanta frequência "obras" tuas.
    bjs dessa humilde Dama contadora de "segredos" – rs

  2. marta says:

    até parecia mal não vir comentar o seu espaço depois se ser feita referência ao meu😀 mas estive meia doente estes dias e só hoje deu para vir fazer a visitinha…obrigado pela referência ao meu recente espaço…que continue assim o seu…parabéns…beijinho.
    Silêncios da Alma

  3. Sara says:

     Gostei muito. Do título aos versos.
     
    Beijos achocolatados recheados de ternura.

  4. MARIA CÉSAR says:

    Por onde andas Maximus???
    bjs

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