O Marido

 

Conheci Francisco em um dos eventos que eu participei. Ele era um bom profissional do mesmo ramo em que dou aulas e por estar muito interessado em saber mais sobre as novidades que eu apresentava, ele veio me procurar  com algumas perguntas, depois que apresentei meu trabalho naquele congresso em São Paulo

Os encontros com Francisco se repetiram algumas vezes durante aquele congresso. Ele era um rapaz jovem, bastante curioso e cada vez que nos cruzávamos pelos corredores, ele fazia questão de me cumprimentar. Na última noite do congresso, Francisco apareceu no stand da empresa para qual eu trabalhava e veio me apresentar sua mulher Renata, de pele morena e cabelos castanhos claros, dona de uns olhos verdes água maravilhosos.

Conversamos algum tempo, demos algumas risadas e como os dois não eram de São Paulo, eles me convidaram a conhecer a casa deles quando houvesse uma oportunidade da minha parte. Um belo dia, eu fui convidado para dar uma aula em uma cidade perto de onde eles moravam, me lembrei dos dois e liguei avisando que passaria por lá para cumprimentá-los. E foi assim que toda a estória começou.

Ao saber que eu iria até a região em que eles moravam, os dois trataram de me convencer a todo custo que eu não voltasse para São Paulo pois teria que guiar muitas horas e seria muito cansativo.

– Fique aqui em casa… A gente sai pra jantar e você volta amanhã.

No fim, acabei me convencendo que seria melhor mesmo dormir por lá e voltar descansado no dia seguinte. Mas eu ficaria no hotel, pois não me sinto muito à vontade dormindo na casa de outras pessoas. E assim depois da aula,  eu fui para o hotel, tomei um banho e sai para me encontrar com Renata e Francisco.

Foi um jantar gostoso, em um lugar simples como costumam ser as coisas no interior, a comida estava ótima e o lugar com muita gente. O ambiente era meio escuro e depois das caipirinhas e cervejas, estávamos todos muito alegres. Falamos um pouco da vida, dos planos. Eu contei um pouco sobre a minha vida e do trabalho que me obrigava a estar sempre viajando e percebi que aquilo os deixava curiosos e ficavam animados em ouvir sobre os paises que conhecia e das estórias divertidas que eu contava. E foi durante uma dessas estórias que eu senti o pé de Renata roçando a minha perna…

E assim começou de verdade esta estória. Devo dizer que fiquei assustado e confuso ao sentir que Renata me olhava direto nos olhos e delicadamente passava seu pé em minha perna. Já tinha ouvido muita gente falando de casos assim, mas era a primeira vez que isto acontecia comigo. Pouco tempo depois, Francisco se levantou para ir ao banheiro e Renata começou a me falar coisas que eu jamais esperava ouvir naquela situação.

Ela me chamava de gato, dizia que estava me curtindo muito e que queria transar comigo…

– Mas e o Francisco? – Perguntei eu assustado…

– Ora Gato, Ele é legal… A gente tem uma relação muita aberta

– ???

– Mas se você não quiser…

– Eu adoraria transar com você, mas o que a gente faz com o seu marido?

– Ora, deixa de ser tonto… Ela já percebeu que eu to afim de você. Por que você acha que ele saiu da mesa?

– Ta bom, mas como a gente vai fazer?

– Eu espero você vir me ver de novo. Tenho certeza que você virá e não vai se arrepender…

E foi assim que diante daquela tentação de mulher, fiz todo o possível para voltar àquela cidade o mais rápido possível. Durante uns dez dias, Renata e eu trocamos alguns telefonemas e tão logo quanto foi possível, lá estava eu levando Renata para o melhor motel da cidade.

Renata era maravilhosa para fazer sexo. Começamos nos abraçando, pequenos beijos, os corpos roçando um no outro. Logo ela se sentou na cama e sem mais delonga, abriu meu zíper e começou a me chupar deliciosamente. Em poucos minutos estávamos completamente nus trepando alucinadamente.

Renata topava mil peripécias, pedia explicitamente as coisas que ela gostava. Sua posição favorita era ficar de quatro com cotovelos e braços apoiados sobre a cama. E ela fazia sexo oral deliciosamente sem se importar que eu gozasse em sua boca. Transamos várias vezes naquele dia. Almoçamos no motel. Usamos vibradores, dedos, línguas. Ela colocou uma pedra de gelo na boca e me chupou muito. Recordo-me até hoje da sensação do gelo e do calor da boca agindo ao mesmo tempo sobre meu pinto. Ela se masturbou só pra que eu a olhasse. Nos momentos em que descansávamos entre uma transa e outra, aproveitávamos para conversar. Falamos sobre a vida, minhas viagens e o trabalho dela como corretora de imóveis. Fiquei sabendo mais sobre Renata e Francisco. E ela me contou das aventuras de swing e “ménage” que os dois praticavam…

Renata era sapeca. Marotamente sapeca. Uma adolescente agitada num corpo de mulher desejosa e experiente. Foi com Renata que fiquei conhecendo um pouco do mundo “swing” do qual ela e o marido eram adeptos. Ela me contou das casas noturnas que só recebem casais interessados em trocar de parceiros, das festas entre casais amigos e de certos hotéis de fim de semana que são especializados em receber casais com esse tipo de interesse. E ela me contou de suas outras experiências, com mais do que um parceiro ao mesmo tempo. Aventuras a três, ela com dois homens, ou Francisco com ela e outra mulher. E aventuras a quatro, entre dois casais. E embora ela não se considerasse bi-sexual, nesses casos quase sempre ela transava com a outra mulher enquanto os maridos as olhavam…

Passamos um dia maravilhoso no motel e na hora de ir embora Renata me deu de presente três fotos dela em poses bastante reveladoras mas que não mostravam seu rosto. Eram pra que eu não me esquecesse do corpo dela, disse brincando. Essas fotos devem estar guardadas até hoje perdidas entre meus livros e escritos.

Depois daquela tarde nunca mais a vi, porem falávamos ao telefone quase todas as semanas em que eu estava em São Paulo. Fizemos vários planos para nos encontrar de novo, mas sempre surgia algum inconveniente de última hora que nos impedia de estar juntos. Combinamos até de convidar o Francisco para uma transa a três.

Com o tempo acabei perdendo o contato com ela e alguns anos depois o acaso me fez saber que Francisco sofrera um grave acidente, tinha quebrado a coluna e quase tinha ficado paralítico. Com certo trabalho, acabei por conseguir o telefone deles que eu havia perdido e falei com Renata. Felizmente soube que Francisco se recuperava bem e que ela se dedicara integralmente a ele durante os meses de recuperação. Nada de sexo por muito tempo, me disse, mas assim que Francisco estivesse novamente em forma, eles voltariam à ativa . Foi então que ela me disse:

– Você não quer vir até aqui nos ajudar a recuperar todo o tempo perdido? O Francisco ainda não pode participar, mas vai adorar ficar vendo eu e você transando.

Confesso que não me faltou curiosidade e vontade, mas antes de poder prestar essa ajuda humanitária ao coitado do Francisco, eu acabei indo embora do Brasil para completar minha tese de pesquisa e até hoje  tenho a consciência pesada por não ter feito a vontade daquele pobre marido.

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5 Responses to O Marido

  1. MARIA CÉSAR says:

    Menino mau!!! rs
    Não posso negar q este modo de viver a vida a dois me interessa, me estimula e me aguça bastante a curiosidade. No processo do pensar-sentir-agir, nos encontramos no segundo estágio! Quem sabe um dia alcançaremos o terceiro?! rs
    Excelente estágio………… deu-me água na boca! rs
    bjs invejosos – rs

  2. MARIA CÉSAR says:

    Segredo exclusivo:
    Gostei tanto da idéia q experimentei……….
    Primeiro ele……. disso igualzinho a vc!
    Depois minha vez…….. não sei se igual, mas senti uma dormência infinita misturada à sensação de prazer provocado pela parte fria q me tocava…………… O GELO! rsrs
    beijinhos e espero q gostes

  3. Sara says:

    Olá, Maximus!
     
    Não vou ser hipócrita ou pudica. Há um elo de confiança entre alguns casais, o que faz toda uma diferença. Sem o contexto da vulgaridade. Ótima experiência!
     
    Beijos

  4. Sara says:

    Você disse com muita propriedade. Quando vemos uma foto de impacto que por si diz todo um conteúdo , faz lembrar a obra e Sebastião Salgado internacionalmente reconhecido e recebeu praticamente todos os principais prémios de fotografia do mundo como reconhecimento por seu trabalho).
     
     
    Quanto a experiência do amigo, após o primeiro susto, deve ter sentido o baticubum do coração descompasssado! Uma sensação de expectativa delirante. Então…É só relaxar e gostar. Pena ter cumprido seu compromisso a risca e não ter devolvido a adorável hospitalidade.  Rsrsrsrs
     
     
     
     
    Beijo rubro negro….hj estou completamente eufóriga e entregue as sensações não tão eróticas, mas igualmente excitantes com a vitótia do flamengo rsrs

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