A Prima

Quando eu li dias atrás, um texto e vi as fotos que estavam em um desses blogs da internet, lembrei-me de alguns detalhes de minha vida que ocorreram anos atrás e que marcam minha vida até hoje.

Muito embora, anos tenham se passado dos fatos que aqui contarei, eles ficaram tão vivos na minha memória que reconstruí-los em palavras não foi tarefa difícil. Os diálogos que aqui estão talvez não tenham sido exatamente com as palavras que escrevi, mas eles representam muito bem as coisas que aconteceram.

Eu e meus pais morávamos em um bairro de São Paulo e duas vezes por ano, passávamos algumas semanas de férias no interior, em uma pequena cidade perto de Ribeirão Preto, para visitar parentes e amigos da família. Meus pais ficavam hospedados na casa de um dos irmãos, um solteirão inveterado e eu sempre ficava na casa de outra das irmãs do meu pai. Minha tia era viúva mas tinha uma filha, Ana, que era um ano mais velha do que eu. Assim, eu tinha gente da minha idade para brincar. O arranjo era ótimo, pois dava liberdade aos meus pais e a mim também. Eu me dava muito bem com a minha prima e adorava minha tia. Ela sempre fazia os doces e quitutes que eu gostava muito, além do que eu podia fazer o que quisesse sem ter o olhar de reprimenda dos meus velhos. Minha prima era brincalhona, moleca e conhecia toda a gurizada do bairro e por isso a algazarra era sempre ótima.

Como crescemos juntos e como a casa da tia era bem pequena, só com dois cômodos, eu e a priminha, desde criancinhas, dormíamos sempre no mesmo quarto, em duas camas de solteiro e isso permaneceu assim até mesmo durante os meus tempos de faculdade quando eu ia ainda fui passar algumas das minhas férias por lá.

Como vocês podem imaginar, desde cedo a gente acabou tendo muita intimidade e não poucas vezes entre os sete e dez anos, quando todos pensavam que nós já estávamos dormindo, rolavam altos papos na madrugada. Nessas horas, a priminha e eu expressávamos nossas curiosidades um com o outro, inclusive com relação a sexo.

-Deixa eu ver como é o seu pipi…. (Pedia a priminha…)

-Só se você mostrar o seu primeiro, – dizia eu. – E ela mostrava e depois eu mostrava o meu…

Esses joguinhos sexuais aconteciam sem que nossos pais tivessem a menor suspeita, mas com a chegada da puberdade, a gente ficou meio envergonhado e as brincadeiras acabaram e a gente não tocou mais no assunto por vários anos. Mas, os papos noturnos eram uma das melhores coisas das férias. Dávamos muita risada e inventávamos aventuras incríveis. Assim, pelos anos a frente, continuávamos a dormir no mesmo quarto, só que as conversas da madrugada tinham outros temas.

Foi quando eu tinha 16 anos que um desses papos noturnos trouxe de volta lembranças de tempos passados. Não sei quem começou, mas acho que foi ela que perguntou se eu lembrava das brincadeiras de mostrar o “pipi”…-

– É claro que lembro… eu disse e ela deve ter dito algo assim como:

– Ele deve estar muito diferente agora…

– Tá sim….Quer ver? perguntei …

– Quero.

– Só se você mostrar o seu primeiro…

Ela deu uma risadinha e sem dizer mais nada, levantou-se da cama, desamarrou o cadarço do pijama e ficou só de calcinha.

– Agora é a sua vez … – disse ela

Eu estava de shorts e abaixei de uma vez o calção e a cueca, para mostrar meu “pipi”, que a essa altura já estava com uma ereção total. Meu coração batia a 1000 por hora.

– Posso pegar? disse ela

– Pode, mas eu quero pegar no seu também…

Meio sem jeito e pela falta de experiência, ela segurou o meu “pipi”, apertou, massageou um pouco e falou:

– Está bem diferente desde a última vez que você me mostrou… Eu já tinha visto fotos de homem pelado nas revistas de sacanagem que as meninas levam na escola, mas nunca tinha pego em um P… assim antes.

Ela continuou segurando, olhando, pegou nas minhas bolas, apertou-me os testículos e achou engraçado o prepúcio se abrindo e deixando a glande a mostra. Ela se comportou como se fosse uma médica examinando um paciente. Depois de alguns minutos ela terminou o “exame”.

Agora e a sua vez – disse ela, tirando as calcinhas e sentando-se na cama – Vem ver…

Ajoelhei-me a sua frente e fiquei fascinado olhando a sua vagina mas sem muita coragem de pôr a mão. Mas acabei por fazê-lo. Toquei a pele macia. Abri os grandes lábios com meus dedos e comecei com o meu indicador a explorar com muito cuidado como era aquela parte da anatomia feminina. Pela primeira vez na vida eu senti a umidade da intimidade de uma mulher.

Passada a curiosidade inicial, vestimos de volta os pijamas e nos deitamos no escuro, cada um na sua cama, mas ficamos até altas horas da madrugada falando de sexo, cada um perguntando ao outro sobre as dúvidas e curiosidades que todos os adolescentes tem.

Eu perguntei a ela como era a menstruação, falei das coisas que eu já tinha visto nas revistas pornô que levavam no colégio, contei que eu me masturbava no banheiro e que os colegas das escola ficavam contando as coisas incríveis que eles faziam quando iam aos “puteiros”, mas que eu nunca tinha ido, primeiro porque eu morria de medo de pegar gonorreia (naquele tempo não existia AIDS) e mesmo porque eu não tinha dinheiro para tanto.

Ela me contou das conversas no colégio com as outras meninas e da curiosidade que ela tinha de experimentar as coisas que as colegas cochichavam na escola. Ela me contou que as meninas sempre levavam para escola, escondidas nas bolsa, revistas de sacanagem e que várias vezes elas se reuniam na casa de alguém para ver revistas suecas com fotografias de casais fazendo sexo.

– É primo, Tem meninas que acham horríveis as coisas das revistas, mas a maioria está louquinha para experimentar. E tem umas que até já fizeram. A Cristina, a minha melhor amiga, me disse que ainda é virgem, mas que ela chupa o namorado e já deixou ele colocar na bundinha dela.

– Verdade? – Disse eu espantado

– É sim… eu perguntei se doía muito e ela disse que no começo dói um pouco, mas depois melhora e fica gostoso.

– E você, já fez alguma dessas coisas assim?

– Não… Imagina…. Bem que eu gostaria de saber como é, mas tenho medo.

– Mas você nunca fez nadinha de nada?

– Bem, pra dizer a verdade, quando eu namorei o Jorge a gente se beijava muito de língua, e ele ficava sempre querendo me bolinar, mas a única coisas que eu deixei ele fazer foi chupar o meu seio uma noite quando a gente estava na sala e a mãe tinha dado uma saidinha. Ele tentou várias vezes pôr a mão dentro da minha calcinha mas eu não deixei. Eu ficava morrendo de vontade de experimentar e deixar ele pôr os dedos lá dentro, mas eu não queria ficar falada na cidade. Sabe como é que é. Depois a gente brigou e ficou nisso ai…

– Mas você deixou eu colocar o dedo…

– É, mas eu sei que você não vai contar pra ninguém… A gente sabe guardar um segredo entre a gente. Eu confio em você, sei que você não vai falar nada. Eu posso aprender com você como é que é fazer essas coisas… Desde que eu vi nas revistas, fiquei super curiosa.

E ficamos nesse papo por horas a fio noite a dentro mas nada houve além de daquela manipulação que um fez no outro, tateando e explorando nossos órgãos sexuais. Como disse a Ana, foi uma sessão de aprendizado.

No dia seguinte acordamos quase que as onze horas e depois de um café da manhã-almoço, pegamos um ônibus até Ribeirão Preto encontrar amigos que lá moravam e que tinham nos convidado para um churrasco na beira da piscina. Assim que chegamos Ana foi colocar um biquíni e eu meu calção e ficamos escutando música e jogando conversa fora naquela tarde quente e pacata de verão, enquanto o churrasco ia sendo preparado. Durante todo o tempo não trocamos uma palavra sequer sobre a noite anterior. Mas a lembrança do que tinha acontecido não me saia da cabeça. Cada vez que eu pensava naquilo, tinha uma ereção, o que me deixava em um estado horrível, pois tinha que disfarçar o volume no meu calção para ninguém perceber. A solução era ficar o máximo possível na água fria da piscina, para não dar na vista e para esfriar o tesão. As lembranças da noite anterior martelavam meu cérebro e ver a Ana e as outras meninas de biquíni em nada ajudava a minha situação. Para piorar, a cada vez que a Ana sai da piscina, os biquinhos dos seus seios pareciam crescer e marcavam acentuadamente o sutiã molhado do biquíni.

No fim do dia fomos todos até a padaria da praça para tomar sorvete e continuar as conversas intermináveis que adolescentes sempre tem. Já de noitinha, pegamos o ultimo ônibus para voltar para casa da tia. No caminho, eu disse para a minha prima:

– Por sua culpa, eu fiquei de pau duro o dia inteiro…

Ela sorriu marota e me disse com cara de quem estava zoando de mim:

-Quer que eu deixe ele mole?

Olhando para ela e sem entender direito o que ela queria dizer com aquilo, eu disse

– Quero….

Então, tá….

Eu fiquei esperando que ela fizesse alguma coisa, mas ela não disse e não fez nada. Depois disso, ficamos os dois calados até o ponto final. E eu ainda de pau duro.

Ao chegarmos em casa, entramos em silêncio, pois já era bem tarde. Fui direto para o quarto em que a gente dormia e Ana foi avisar minha tia que havíamos chegado e que estava tudo bem. Enquanto isso e com estava ainda muito quente, vesti apenas a calça do pijama e me deitei, mas tendo que aguentar mais uma ereção. Aquilo já estava me deixando maluco. Quando Ana voltou para o quarto e me viu deitado e com uma volume nas minhas calças apontando para o céu, deu risada, trancou a porta e veio sentar-se na cama do meu lado. E ela me disse:

Ah priminho, isso não pode ficar assim. Deixa eu cuidar de você. – Ana então abriu o meu pijama e com sua mão puxou o meu “pipi” para fora da cueca. Eu fiquei paralisado. Sem falar mais nada, ela começou a me masturbar.

– É assim que faz? Perguntou ela.

-É…. mas não precisa apertar tanto…

Tal era meu grau de excitação, que não preciso dizer: bastaram cinco ou seis estocadas, para que eu explodisse. Meu esperma jorrou alto, três ou quatro jatos que ao cair lambuzaram minhas pernas e a barriga, molhando os lençóis, a minha cueca e o meu pijama. Ana estava boquiaberta, meio que extasiada pelo que havia visto e apesar de ter o meu esperma escorrendo pelas suas mãos, ela continuava a me masturbar sem saber direito se devia parar ou continuar mais forte. Depois de um tempinho, eu tive que pedir que ela parasse, pois aquilo estava começando a doer. Ela parou e instintivamente, levou sua mão escorrida de esperma até o seu rosto. Primeiro ela cheirou o líquido que estava escorrendo entre os seus dedos e depois, com a ponta da língua ela provou o sabor do meu sêmen.

– É salgado!!! – disse ela com uma cara de espanto.

– É ruim? – eu perguntei – Ana sorveu com os lábios um pouco mais do sêmen que estava em suas mãos e disse…

– Não é ruim não, mas tem um cheiro esquisito!!! Parece cheiro de cândida. É bem diferente do que eu imaginava… Eu achava que devia ter gosto de leite.

– Leite???

– É… achei que devia ser parecido com leite. As meninas da escolas sempre ficam zoando com quem está namorando perguntando: Já mamou o leitinho do namorado…? Besta eu…

Depois daquilo eu não sabia bem o que fazer. Tinha que me limpar de algum jeito, lavar-me sem fazer barulho para não chamar a atenção da minha tia. Com cuidado, sai do quarto e fui até o banheiro do corredor e consegui me limpar na pia, com água fria. Ana veio atrás de mim, para lavar as mãos. Como tive que tirar o pijama molhado, acabei ficando nu e tive que me enrolar em uma toalha para voltar para o quarto. Minha cama tinha ficado com uma mancha de esperma e comecei a me preocupar como eu iria explicar aquilo para a minha tia no dia seguinte. Ana me disse para que eu não me preocupasse, que ela daria um jeito:

-Já manchei a meus lençóis várias vezes com sangue quando estou menstruada. Vamos dormir os dois na minha cama que isso ai seca até de manhã. Depois eu lavo o lençol e a mãe não vai perceber nada.

Enrolado na toalha, fui para a cama da Ana enquanto ela abria o armário para trocar de roupa. Fiquei olhando ela tirar o vestido, a blusa e em seguida o sutiã. Era a primeira vez que eu via seus seios desde que eles tinham crescido transformando-a de menina em mulher. De dentro dos meus dezesseis anos, eu estava maravilhado vendo aquele corpo nu de mulher e outra ereção já estava a toda. Ana ficou algum tempo só de calcinha, vasculhando por algumas coisas entre as gavetas. Foi quando de repente, parcialmente encoberta pela porta do armário, como que querendo esconder seu corpo, ela me perguntou

– Você acha que eu estou gorda? Acho que estou comendo muito.

Que nada Ana. Você está apetitosa feito fruta madura – disse eu

Ela deu um sorriso e disse:

– Você não presta…

Ana vestiu uma camisola e veio deitar-se ao meu lado. Ficamos de mãos dadas em silêncio. Quando ela virou de lado e eu a abracei em conchinha, ela notou minha ereção tocando suas coxas e disse:

– Primo!!! Teu pau tá duro de novo…!

Ela se sentou, ligou o abajur e ficou olhando meu pau duro. Com a mão ela segurou meu membro e começou a me masturbar de novo.

– Não Ana, assim vai molhar a sua cama também.

– Vai não – disse ela – desta vez vai ser como eu vi nas revistas. – E dizendo isso ela se inclinou em direção ao meu ventre e envolveu meu pênis com seus lábios.

Pela falta de experiência, Ana não sabia bem o que fazer. Ela sugava meu pênis como se estivesse chupando um canudinho. No começo eu achei bom, mas logo começou a doer e eu pedi para ela parar de sugar e disse para ela fazer um vai e vem com a boca, mas sem sugar. Ela fez algumas vez como eu pedira e depois de alguns movimentos me perguntou:

– É assim?

– Ah…hã….

Posso me lembrar até hoje daquela enorme sensação de prazer que Ana estava me proporcionando. Eu me sentia nas nuvens, flutuando, em transe. Como eu já tinha ejaculado antes, consegui controlar meu novo gozo e pude aproveitar por um bom tempo as sensações daquele ato. De repente, ela parou de me chupar, levantou-se da cama, tirou a camisola e a calcinha e me disse:

– Me chupa também, vai…

Reposicionando nossos corpos na cama, ficamos de lado e enquanto com minha boca eu procurava por sua vagina e ela por sua vez recomeçou a me chupar. Começamos um longo e demorado 69. E eu que não tinha a menor noção do que fazer, provei com a minha língua, o sabor úmido do seu sexo e assim por um bom tempo, fiquei beijando e lambendo os lábios vaginais de Ana. Éramos totalmente inexperientes no que estávamos fazendo, mas a sábia natureza seguiu seu curso e nossos instintos nos guiaram naqueles momentos. Não sei quanto tempo durou aquela sessão de tesão e prazer, mas várias vezes eu pude sentir a Ana tendo orgasmos enquanto eu chupava seu sexo. Suas pernas tremiam e suas coxas apertavam minha cabeça a cada vez que ela tinha um novo clímax. E embora dessa vez eu tivesse demorado mais para gozar, finalmente gozei. Eu podia sentir espasmos e os pulsos do meu gozo fluindo para dentro da boca de Ana, ao mesmo tempo que ela emitia pequenos gemidos guturais a cada vez que ela deglutia meu sêmen. Aos poucos meu pênis foi amolecendo e eu pedi que ela parasse de me chupar. Ela então virou seu corpo e ficamos deitados lado a lado, olhando um para o outro com a respiração ofegante.

– Ai que loucura… – disse ela. – Isso foi bom demais…

– Éhhhhh – Foi demais mesmo…afff…

– Eu achei que eu ia ter uma coisa, que ia morrer de tesão…

– Nossa…você gostou mesmo…

– Gostei não…adorei…. E você, primo… gostou do jeito que eu fiz?

– Muito. Você pode fazer isso comigo todo dia….

– Safadinho…

– Não quer fazer mais isso de novo comigo? – disse eu já cheio de dúvidas

– Quero sim… teu leitinho é gostoso…Quero mais sim…

Ficamos nessa conversa, mas o sono chegou logo e dormimos nus do jeito que estávamos. Exaustos, nem vontade de vestir o pijama tivemos.

Quando acordei, Ana ainda dormia, mas a luz que passava pela persiana, iluminava bem o quarto. Fiquei olhando para a minha prima deitada, nua na cama. Ainda hoje, depois de tantos anos, lembro-me com nitidez daquela imagem como se fosse uma fotografia. Ana deitada de lado, agarrada ao travesseiro, pernas dobradas, nádegas expostas. Seus cabelos morenos espalhados, seios perfeitos, mamilos rosados, sua pele suave e delicada e com marcas brancas de biquíni. Eu estava estático a observar minha doce prima dormindo nua. Eu queria acordá-la para fazer de novo o que tínhamos feito na noite anterior, mas escutei os barulhos da minha tia na cozinha preparando o café. Era melhor não arriscar e sair dali. Foi o que fiz, vesti-me e desci para tomar o café com minha tia. Antes, arrumei minha cama para encobrir a mancha no lençol e coloquei uma coberta sobre Ana, para evitar que minha tia visse a filha nua, caso ela resolvesse dar uma espiada no quarto.

Eu ainda teria uma semana de férias antes de voltar para São Paulo e foi naquela semana que Ana e eu nos iniciamos nossa jornada para a vida adulta em matéria de sexo. Foram dias inesquecíveis, de novas e prazerosa descobertas a cada vez que ficávamos sozinhos em casa. Embora sem nenhuma experiência sexual, Ana foi minha professora e com ela aprendi os primeiros passos. Da mesma forma, Ana se sentiu muito segura em explorar comigo sua sexualidade nascente e explosiva. De certa forma eu fui como uma cobaia de laboratório para ela.

Nos dias que se seguiram, evitamos sempre que possível os amigos do bairro e aproveitamos as horas que a minha tia saia para trabalhar para escondidos explorar nossos desejos e deixar aflorar nossa sensibilidade. Usávamos nossas mão e nossas bocas para dar prazer um ao outro. Nessas horas, tínhamos total liberdade para fazer nossos folguedos e podíamos praticar sessões de carícias íntimas, masturbações e sexo oral.

Nunca passou pela minha cabeça que iríamos transar até as últimas vias de fato. Eu tinha medo e ela também não queria isso. Naqueles tempos ser virgem era uma obrigação para casar e uma menina deflorada, estava condenada aos infortúnios da vida. Eu não queria isso, nem ela. Mas Ana ainda não havia satisfeito todas as suas curiosidades como eu iria descobrir mais tarde.

No sábado, toda a rapaziada da cidade iria ao baile de Calouros do Clube e claro que nós iríamos também. Como seria meu último fim de semana de férias, era a melhor forma de se despedir de todo aquele pessoal que eu conhecia na cidade. No domingo eu pegaria o ônibus de volta para Sampa.

Naquela tarde, como a tia estava em casa, a Ana e eu não tivemos chances de ficar sozinhos, por isso aproveitei para deixar pronta a minha mala, separei a roupa para o baile e uma muda extra para viajar no dia seguinte. Jantamos vendo as noticias na televisão e depois fui tomar banho e me vestir para o baile. Ana foi se arrumar logo depois de mim e devo dizer que ela ficou linda com um vestido bem decotado e esvoaçante. Apesar de ter seios volumosos sem serem exagerados o decote no vestido de Ana não permitia um sutiã mas a roupa era perfeita para realçar-lhe aquela parte da sua anatomia. Uma maquiagem suave enfeitava seu rosto de menina-mulher.

Quando chegamos ao clube, eu queria ficar num canto conversando. Eu era muito tímido e não me sentia a vontade para dançar, mas Ana me puxou várias vezes para o salão e me obrigava a dançar com ela. Lá pela onze da noite a banda começou a tocar uma seleção de músicas românticas e as luzes foram reduzidas, deixando o salão no escurinho. Ana agarrou-se a mim, colocou a cabeça no meu ombro e aproveitando que eu era mais alto, ela esfregava seu corpo no meu. Seus seios apertados contra o meu peito enquanto nossas pernas e ventres se roçavam. Uma ereção não demorou para acontecer, o que me deixou sem graça, mas como estava escuro e havia muita gente em redor, não me preocupei muito.

Enquanto dançávamos, Ana então me disse no ouvido

– Eu te deixei com tesão né…?

– Deixou sim..

– Que bom. É assim que eu gosto…

Mas a música acabou, as luzes se ascenderam e Ana, rindo, separou-se rapidamente de mim e saiu correndo para onde estavam as mesas, deixando-me sozinho no meio do salão. Tratei de sair logo de onde estava, pois não tinha como disfarçar minha ereção e tive que me sentar para que ninguém notasse a minha situação. Ana em pé, do outro lado da mesa, conversava com a amiga Cristina e o namorado dela e olhava de esguelha para mim dando risadinhas. Fiquei com vontade de bater nela.

Quando o baile acabou já era bem tarde e saímos caminhando pelas ruas vazias de volta para casa.

– Você ficou chateado comigo? – Disse Ana

– Claro, me deixar ali no salão sozinho, não é coisa que se faça..

– Me perdoa vai…. – disse ela com um sorriso.

E eu dei uma de durão e fiquei calado.

Já em casa, a gente foi direto para o quarto. Ela trancou a porta e veio junto a mim e colocou seus braços em torno do meu pescoço.

– Me perdoa vai…. – disse ela de novo com um enorme sorriso no rosto.

Tá bom…disse eu sem ser capaz de resistir àquela cara de anjo.

Ali em pé e abraçados no meio do quarto, a gente começou a dançar uma musica imaginaria e Ana começou a repetir o que havia feito comigo no salão, esfregando o corpo dela no meu. As nossas respirações eram ofegantes e nossas mãos deslizavam mutuamente pelos nossos corpos. Claro que minha ereção foi imediata.

Ana continuou na minha frente e começou a desabotoar os botões da minha camisa e a beijar meu peito, sugar meus mamilos, morder minha cintura. Sem olhar para mim, ela abriu meu cinto, soltou a presilha da cintura e abaixou o zíper. Então com as duas mão, ela puxou minha calça, deixando-me só de cueca. Ajoelhando-se a minha frente ela puxou minha cueca para baixo e começou a beijar e acariciar meu pênis e logo depois o colocou dentro de sua boca.

Durante os últimos quatro dias, eu tinha sido chupado por ela várias vezes por dia e eu também tinha retribuído na mesma moeda. Ela me dizia que precisava “treinar”comigo antes de fazer isso com um namorado. Mas naquela noite o que ela estava fazendo tinha uma sensação diferente, havia um toque de muito carinho que não houvera nas outras vezes. Antes, havia um sentimento de descoberta, de aprendizado. Naquela noite houve uma outra química. Havia envolvimento e paixão. Ana me chupou ajoelhada daquele jeito por alguns minutos. Depois ela se levantou e tirou o vestido, ficando só de calcinha. Nessa hora, eu já tinha me livrado das roupas que ainda me restavam enquanto ela também jogava a calcinha para cima da cama. Totalmente nus, voltamos a nos abraçar e com a mão, Ana colocou meu pênis entre a suas pernas e começamos um intenso movimento de vai e vem com os quadris. Meu membro, lubrificado pelos fluidos de Ana, roçava e estimulava o seu clitóris e naquele momento de intenso tesão, nossas bocas se uniram instintivamente em um delirante beijo de língua. Até então, isso nunca tinha acontecido e nunca mais se repetiu. Foi a primeira, e a única vez até hoje, que nós nos beijaríamos de verdade e com paixão. Não demorou muito e gozamos abraçados.

Com a experiência de nossa aventuras anteriores, Ana tinha deixado algumas toalhinhas escondidas no quarto e molhando uma delas com um pouco de água da garrafa que estava sobre a cômoda, ela limpou o esperma que havia ficado entre suas pernas e no meu pênis.

Em seguida nós nos deitamos e ficamos conversando enquanto nos acariciávamos mutuamente.

– Vou sentir falta de você. Não vou ter ninguém para fazer essas coisa que a gente fez.

– Eu também vou sentir sua falta.

Ana pegou minha mão, a colocou sobre o seio dela e ficou olhando nos meus olhos. Minha outra mão, escorregou pelo seu corpo, pelas sua cintura, por seu ventre para finalmente alojar-se entre suas pernas, que de pronto se abriram para mim. Meus dedos encontraram a umidade da vagina e começaram a dedilhar sobre o clitóris de Ana como se aquilo fossem teclas de um magnífico piano. Ritmicamente, pausadamente, procurei excitar Ana e levá-la a mais um orgasmo.Ela abriu mais as pernas, relaxou sobre a cama, colocou a cabeça para trás e se entregou completamente as minhas carícias.Quando eu percebi que ela estava bem próxima de um orgasmo,rapidamente levei minha boca ao encontro da sua vulva para poder retribuir da mesma forma o imenso prazer oral que ela havia me proporcionado tantas vezes. Sentindo minha cabeça entre suas pernas, ela a segurou com as duas mãos apertado-a com força de encontro ao seu sexo ao mesmo tempo que eu podia sentir os tremores em seu corpo com os orgasmos que estavam acontecendo.

Mas a noite não iria terminar por ai. Ana ainda tinha uma surpresa para mim. Tendo se recuperado dos múltiplos clímaces que havia sentido, ela me disse.

-Tenho uma coisa para te mostrar.

-O que é ????

Ana se levantou, pegou a bolsa que havia levado ao baile e de lá tirou um pequeno pote metálico redondo.

– O que é isso disse eu?

– É vaselina – A Cris me deu….

-Pra que?

– Para você usar em mim agora.

– Ahã???? Como assim???

– Eu quero que você coloque o seu “pipi”na minha bundinha.

– Você contou pra Cris o que a gente esta fazendo?

-Contei sim. Ela também me conta tudo que ela faz com o Carlos. Disse para ela que eu também queria experimentar sexo anal e ai ela me deu uns conselhos e trouxe esta vaselina para me dar no baile. Ela disse que sempre usa porque fica mais fácil de entrar.

-Você é maluca…

-Vem me comer vem…

E dizendo esse isso, ela se deitou de barriga na cama, abriu as pernas e segurou um travesseiro perto do rosto..

– Vem, estou pronta.

Eu não sabia o que devia fazer, mas imaginei que deveria usar a vaselina diretamente no local e com o meu dedo lambuzado comecei a espalhar aquela substância escorregadia aonde eu achei que devia. Para testar se estava funcionando, forcei o meu dedo indicador sobre o anus e ele escorregou fácil para dentro. Ana teve uma pequena contração e eu escutei um pequeno “aí” como resultado.

Sem mais ter aonde passar a vaselina, ajoelhei-me entre as pernas de Ana e coloquei a ponta do meu membro sobre a entrada e empurrei firme mas devagar. Para minha surpresa, meu membro entrou sem resistência, mas pude escutar um grito de Ana, abafado pelo travesseiro que ela havia colocado sobre a boca, por dica da Cris.

Imediatamente eu parei a penetração e perguntei a ela se estava doendo muito.

– Dói….

– Quer que eu pare?

– Não….espera um pouco só….. Eu sei que vai passar.. … Vai continua….. devagar, aí.. devagar…

E assim eu fiz. Devagar fui penetrando Ana por trás enquanto ela tinha pequenos tremores e gemia com “uis” e “ais”. Aos pouco eu consegui colocar quase todo meu membro para dentro e então deitei meu corpo sobre o dela. Meu peito sobre suas costas, minhas pernas entre as dela. Assim, pude por meus lábios ao lado dos seus ouvidos e falar baixinho o quanto eu gostava dela. Mas Ana parecia não estar interessada nas minhas declarações de afeto e continuava com os seus gemidos, mas pude perceber que eles já não era de dor. Sussurrei e perguntei a ela se estava tudo bem, se era bom.

– Não sei…. é muito diferente. Dói, mas também é bom.

Aos poucos Ana foi relaxando e se acostumando com a posição e com o meu membro dentro dela. Instintivamente ela começou a contrair a nádegas . Eu acompanhei o que ela esta fazendo e também comecei movimentos de vai e vem com o meu quadril. Os ais e uis de Ana aumentaram, mas agora eles claramente não eram de dor. Ana estava sentindo prazer! A intensidade dos meus movimentos e os de Ana foram aumentando em um intenso frenesi . Eu sentia o suor escorrendo pela minha testa e minha respiração foi ficando acelerada. Não demorou muito mais para que eu explodisse em gozo dentro de Ana. Ali, exausto sobre ela, senti uma onda de relaxamento percorrendo meu corpo enquanto ela ainda ritmicamente contraia seus músculos pélvicos acompanhado pelo ritmo de seus gemidos surdos. Eu não enxergava mais nada, apenas ouvia o arfar de Ana entre inspirações e expirações intensas e rápidas. Aos poucos meu pênis saiu de dentro dela e eu pude me deitar ao seu lado. Ana soltou a mão que segurava o travesseio e colocou seu braço sobre o meu peito em um gesto de carinho. Quando finalmente voltamos a respirar em estado normal, Ana ainda de barriga para baixo, olhou para mim, sorriu e me disse:

– Nem acredito que isto aconteceu de verdade

….

No dia seguinte, eu peguei o ônibus para São Paulo. A despedida foi para mim muito difícil e confesso que chorei. Minha tia não entendeu muito a razão do meu choro, mas Ana rapidamente falou que eu tinha arrumado uma namoradinha e que era por isso a minha tristeza. Minha tia riu.

No caminho para a rodoviária, Ana e eu falamos como tinham sido bons aqueles quatro dias que passamos descobrindo nossos corpos e nossa sexualidade. Disse-lhe que iria ser muito difícil ficar sozinho em Sampa depois de ter provado o fruto proibido. Despedimo-nos com um abraço a porta no ônibus e tentando esconder as lagrimas que caiam.

Eu já estava contando com minhas férias de julho para voltar e ficar com Ana, ou talvez até mesmo antes em um feriadão. Achei que poderia convencer meus pais a me deixarem vir. Mas o que aconteceu foi muito diferente. Eu estava indo para o meu último ano do colegial e começaria fazer o cursinho para a faculdade. Quando chegou julho, eu tive que ficar em Sampa estudando. E quando chegou o fim do ano, os vestibulares iam começar e pela primeira vez na minha vida eu não fui passar as férias de verão com a minha tia e com a Ana. Alias meus pais também não foram para ficarem comigo.

Durante o ano, trocamos algumas cartas e telefonemas. Coisa simples, pueris. Como ela tinha terminado o colegial no ano anterior Ana decidiu continuar os estudos no Colégio Técnico de Ribeirão, fazendo um curso de enfermagem. Do meu lado, a lembrança de Ana e das nossa tardes e tardes e noites na cama me deixavam por demais excitado e muitas e muitas vezes eu me masturbei pensando nela e nas coisas que fizemos juntos.

Passados os vestibulares, eu estava ansioso pelos resultados. Quando finalmente eles saíram, eu fiquei feliz. Havia entrado na USP e poderia estudar sem dar muitas despesas à minha família, que afinal não tinha posses para me manter um uma faculdade particular.

Celebrei muito, curti meu trote, cortaram-me o cabelo e fiquei careca. Quando cheguei em casa, a primeira coisa que fiz foi ligar para Ana e dar a noticia. Minha tia atendeu e depois de me dar os parabéns passou o telefone para Ana.

– Que bom primo. Parabéns. Fico feliz por você.

-Eu também estou… agora eu só preciso fazer a matrícula na semana que vem e vou ter duas semanas de férias para ir te ver…

– Venha sim… estamos te esperando. Eu também tenho uma noticia pra te contar…

– Diga

– Estou namorando…

Aquilo foi como se todo o peso do mundo despencasse sobre os meus ombros. Minhas pernas tremeram, comecei suar frio e quase fiz xixi nas calças. Muito embora fossemos primos, aqueles dias que passamos juntos em tanta intimidade, haviam deixado marcas profundas na minha alma. Parte do que sou hoje é fruto do que eu vivenciei com Ana naquele verão. Sem perceber, eu tinha me apaixonado pela minha prima mas eu não queria acreditar que isso era possível. Jantei sem vontade e fui logo para meu quarto. Passei a noite acordado chorando.

Vieram as férias e também o meu reencontro com Ana depois de quase um ano. Ela continuava moleca, divertida e cada vez mais bonita. O que lhe faltava para ser uma bela mulher, já não lhe faltava mais. Um ano de enfermagem haviam dado a Ana não só maturidade mas também sensualidade. De noite, fomos dormir no mesmo quarto como sempre havíamos feito durante toda nossas vidas. As duas camas de solteiro estavam no mesmo lugar e do mesmo jeito que ali haviam estado desde que éramos criança. Pus meu pijama e fui-me deitar na mesma cama em que havia deixado manchas no lençol. Ana deitou-se na dela. E começamos a conversar da mesma forma que por tantos e tantos anos sempre fizemos. Falei então das minhas mágoas e dos meus sentimentos por ela.

– Não fiquei assim primo. A gente nunca poderia ficar juntos.

– Eu sei, mas me dói muito. Agora você só vai querer estar com o seu namorado.

– Não é bem assim.

– Eu fico com ciúme de te ver com ele – disse eu quase chorando .- E ficamos numa conversa chocha até que eu arrisquei fazer a pergunta que eu mais temia em ouvir a resposta..

– Você esta dando pra ele?

– Não… mas acho que vou acabar dando um dia desses. Eu gosto muito dele.

– Promete que você me conta quando isso acontecer?

– Claro primo…prometo…Você é a pessoa que eu mais confio no mundo. Você é o meu melhor amigo.

Três anos depois destes acontecimentos, logo que ela acabou o Colégio Técnico, Ana casou-se com Paulo, o seu namorado. Ela estava com vinte e um anos e eu com vinte. Fui padrinho e fiquei feliz de verdade quando ela me convidou. Durante esses três anos, encontrei-me com Ana apenas nas duas vezes em que fui passar férias no interior e conforme tinha-me prometido, ela me contava com detalhes as coisas que fazia com o namorado e eu contava das minhas farras de universitário descompromissado na cidade grande. Ela se divertia com as minhas estórias com as mulheres com quem eu tinha começado a sair. Apesar de Ana e seu namorado terem tido uma intimidade muito grande antes do casamento, ela me contou que se manteve “virgem” até a noite de núpcias, cumprindo assim o que era de costume na época.

A festa de casamento foi no clube da cidade e Ana estava linda e feliz. Ela fez questão de dançar comigo e me levou para o meio do salão no seu vestido de noiva. Enquanto dançávamos ele me perguntou:

-Lembra como eu te deixei da última vez que dançamos aqui ?

– Nunca vou me esquecer daquela noite Ana…

– Eu também não. Muito menos do que aconteceu lá em casa depois.

De lá prá cá, minha tia faleceu, meus pais também, Ana teve duas filhas, hoje adolescentes. Ela se separou do marido quando se mudou para São Paulo para estudar e trabalhar em um grande hospital. Hoje ela é Doutora e professora universitária. Uma mulher independente e liberada.

Eu também me casei, mas a coisa não funcionou e acabei por me separar dois anos depois do meu casamento e por sorte sem filhos. Por isso, foi fácil aceitar uma proposta de trabalho no exterior e estando sozinho, aproveitei para voltar a estudar e fazer meu doutorado. Hoje, dou aulas e faço consultoria. Embora tenha tido muitos “casos” em todos estes anos, nunca voltei a me casar e continuo um solteirão inveterado.

Durante todos estes anos que se passaram, Ana e eu sempre permanecemos primos unidíssimos e confidentes. A cada dois anos pelo menos, quando viajo para São Paulo, a gente se encontra e celebra a nossa amizade e carinho. Nestas vindas, eu me hospedo no apartamento dela e durmo no pequeno quarto de empregada e curto muito conviver com minhas sobrinhas, as filhas de Ana. E como era de se esperar, Ana e eu ficamos todas as noites até altas horas da madrugada conversando exatamente como fazíamos nos nossos anos de criança e adolescentes.

Muitas vezes convidei Ana para vir me visitar, mas as limitações de trabalho e a preocupação com as filhas nunca permitiram que ela viesse. Mas agora, minhas sobrinhas já estão crescidas o suficiente para ficarem sozinhas e graças a um congresso de nutrição hospitalar que vai acontecer no ano que vem na cidade aonde moro, Ana virá para apresentar um importante trabalho de pesquisa. Finalmente conhecerá a minha casa e se hospedará comigo durante os dias do evento. Depois faremos uma curta viagem e levarei Ana para conhecer a belas paisagens que existem aqui pelas redondezas.

Já avisei Ana, que meu apartamento é bem pequeno e ela sabe que teremos que fazer como sempre fizemos a vida inteira: Dormir no mesmo quarto.

O que Ana ainda não sabe, é que no meu quarto só há uma única cama de casal. Talvez agora, depois de termos amadurecido e conhecido o lado bom e o lado amargo pela vida, Ana e eu finalmente consumaremos o ato que nunca tivemos coragem de fazer quando éramos jovens e inocentes.

Ao meditar sobre isto, conclui que venho esperando por isso há quase vinte e cinco anos. E acho que ela também.

E se acontecer, eu volto para contar.

 

(os nomes do personagens e alguns detalhes da estória foram alterados para evitar a identificação das pessoas envolvidas)

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2 Responses to A Prima

  1. marrie says:

    sabe o q me despertou a lembrança?

    duas palavras

    Ribeirao Preto

    está escrtio pq.

    já tinha lido o texto………..
    estava sem net
    o melhor, sem laptop…. nada
    só o meu celular
    tava sem sono
    ele na tv
    li o texto todo do meu celular

    se não tivesse bom, não o faria

    bjs poeta

    marrie

  2. Poeta says:

    Obrigado Marrie. Teu comentário toca meu coração.

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